Grande vitória em Lavra (4-1)

A atravessar um grande momento de forma, a equipa de veteranos do FC Paços de Ferreira foi a Lavra derrotar um concorrente directo no apuramento para a final, por uns claros 4-1. Foi mais uma prova de que atingir o grande objectivo da época é uma possibilidade bem real.

FC PAÇOS DE  FERREIRA; Zé Ferreira; Luís Andrade (Augusto, 45m) depois (Coelho, 92m), Chico, Adalberto e Miguel Leal (Souto, 75m); Zé Sousa (João Nunes, 38m), João Leite (Quim Fernando, 91m), Miguel Rodrigues e Reinaldo (Abel, 85m); Agostinho (Amândio Martins, 90m) e Rui (Dino, 70m).

Um jogo bem disputado com duas das equipas apostadas em lutar pela primeira posição, o Paços entrou bem no jogo fazendo uma boa circulação de bola e controlando o jogo. Não surpreendendo como tal o primeiro golo aos 23m, por intermédio de Reinaldo a finalizar um cruzamento de Agostinho pelo lado direito. A equipa manteve o controle de jogo, não conseguindo o Lavrense reagir ao golo do Paços. Aos 38m inicia-se uma de várias intervenções menos felizes da equipa de arbitragem, Chico salta à bola, o avançado do Lavrense chega atrasado e bate com o sobrolho no cotovelo de Chico. O auxiliar assinala falta e o árbitro transforma um cartão amarelo em vermelho directo. Do livre nada resultou e também em nada resultou a inferioridade numérica do Paços, porque manteve o controlo do jogo actuando de igual para igual. Aos 45 minutos Agostinho aumenta a vantagem de canto directo, fazendo o resultado da primeira parte.
No segundo tempo, o Paços manteve-se bem organizado e muito concentrado não dando hipóteses de reacção ao Lavrense, não se estranhando pois o aumento da vantagem para 3 golos através de Agostinho, aos 57m.
Aos 67 minutos, novo preciosismo do juiz da partida ao marcar uma grande penalidade contra o Paços, na reacção ao lance mais uma expulsão agora de Miguel Rodrigues, passando a equipa a jogar com nove. Na execução da grande penalidade, o jogador do Lavrense fez justiça por linhas tortas e atirou ao lado. Apesar de jogar com apenas 9, em campo não se notava a diferença porque os jogadores do Paços transcenderam-se e ocuparam muito bem os espaços. Aos 80 minutos numa bola mal aliviada pela defensiva pacense, o Lavrense reduziu a desvantagem para 3 a 1. Esperava-se que a equipa da «casa» fizesse uma forte pressão, até porque jogava com mais 2 jogadores, mas os Veteranos Castores uniram-se mais ainda e não deram qualquer hipótese de chegar a baliza de Zé Ferreira. Para descanso final, aos 84 minutos numa fuga pela esquerda, Agostinho cruza para João Leite fechar o resultado em 4 a 1.
Para cúmulo final, o juiz da partida ainda entendeu dar um prolongamento de 8 minutos ao jogo. Em suma, vitória justíssima do Paços, com grande luta, sacrificio e um grande espírito de equipa.

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